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Quando você terminar de ler esta frase, uma pessoa terá sofrido uma lesão no trabalho. Quando você se sentar para jantar com sua família, mais de 14 pessoas terão morrido no trabalho, deixando famílias e colegas de trabalho de luto.

Como profissional do setor de segurança, você já deve conhecer essas estatísticas. Afinal, você é responsável pela segurança da sua equipe, garantindo que não sofram lesões sob a sua supervisão. Mas “segurança” é uma área ampla que se expande para incluir mais e mais a cada ano. Em 2020, as responsabilidades de segurança aumentaram para incluir precauções para enfrentar uma pandemia global – uma tendência que não dá sinais de parar.

Quando as responsabilidades aumentam, mas o seu tempo e os seus recursos não, pode ser difícil acompanhar todos os problemas que é preciso resolver. A nossa resposta natural é nos concentrarmos nas coisas que podemos controlar. Muitas vezes, isso parece resolver primeiro os problemas mais óbvios – cuidar das questões de segurança que você pode ver no local. O que não for tratado, porém, ainda pode representar uma ameaça para os trabalhadores. Na verdade, as ameaças à segurança que você não pode ver nos locais que não visita costumam representar o maior risco para o seu pessoal.Veja os trabalhadores remotos, por exemplo. Trabalhadores remotos são todas as pessoas que estão sozinhas em uma instalação ou que viajam para locais de trabalho remotos. Quase todas os setores têm trabalhadores remotos, mas eles são mais comuns na construção civil, nos serviços públicos, em petróleo e gás, agricultura e assim por diante.

Quando trabalhadores remotos encontram uma ameaça, seja um perigo de gás, clima perigoso ou uma emergência médica, não podem contar com a ajuda de colegas próximos.

Os trabalhadores remotos enfrentam desafios diferentes dos de seus colegas no local. Antes de procurar maneiras de melhorar a segurança deles, você primeiro precisa entender os problemas que os trabalhadores remotos enfrentam.

Trabalhadores remotos frequentam locais fora dos caminhos comuns, geralmente a quilômetros de distância da cidade mais próxima. Isso significa que nem sempre têm uma boa cobertura de celular. Se sofrerem uma lesão no trabalho e não puderem pedir ajuda, as perspectivas são sombrias. Mesmo se o ferimento for leve e o trabalhador ainda puder dirigir, é provável que não chegue a um hospital. Sem planos de segurança adequados, os trabalhadores remotos estão realmente por conta própria.

Controles manuais

A orientação da OSHA sobre trabalhar sozinho afirma que os empregadores devem saber onde estão e o que estão fazendo os trabalhadores em cada turno “a intervalos regulares apropriados para a tarefa atribuída, para garantir a segurança e a saúde do funcionário; e no final da tarefa atribuída ou do turno de trabalho, o que ocorrer primeiro”. Se isso parece vago, é porque é.

Muitas empresas desenvolveram políticas de trabalhadores remotos que exigem que a pessoa entre em contato com um supervisor a cada uma ou duas horas. Embora isso seja certamente melhor do que nenhum controle, apresenta alguns problemas. Em primeiro lugar, parar o trabalho a cada hora atrapalha e exige mudança de tarefas, prejudicando a produtividade.

Além disso, muita coisa pode acontecer em uma hora. É bem possível que um trabalhador remoto sofra uma lesão nos primeiros cinco minutos depois de um controle, sem ninguém ficar sabendo por mais 55 minutos. Daí, pode ser tarde demais. Se ficar sem cobertura celular, o trabalhador remoto fica de fato fora da rede e você não terá nenhuma visibilidade da segurança dele.

Sem apoio de colegas

A maioria dos trabalhadores locais tem colegas de confiança a quem podem pedir ajuda quando precisam. Quando se esquecem de um procedimento no qual foram treinados anteriormente, podem sempre recorrer a alguém por perto para refrescar a memória. Os trabalhadores remotos não têm esse luxo. São os únicos responsáveis por saber exatamente como lidar com qualquer situação que possa surgir.

Equipamento de segurança desatualizado

A computação em nuvem e as tecnologias sem fio trouxeram as ferramentas de segurança para a era digital, mas as políticas e orçamentos de segurança não necessariamente alcançaram o mesmo nível. Há hoje no mercado produtos que podem conectar trabalhadores remotos com rapidez e facilidade para resolver todos esses desafios e muito mais, mas as empresas precisam investir neles primeiro. Infelizmente, trabalhadores remotos podem ser esquecidos quando chega a hora de atualizações – o velho ditado "longe dos olhos, longe do coração" parece ser verdadeiro neste caso.

Como resolver o desafio dos trabalhadores remotos

Cuidar da segurança e do bem-estar da sua equipe é uma enorme responsabilidade, mas você não precisa fazer isso sozinho. Muitos dispositivos, incluindo detectores de gás pessoais, têm recursos de conectividade integrados para resolver os desafios dos trabalhadores remotos.Segurança conectada ou monitoramento ao vivo é a solução mais popular porque retransmite informações do dispositivo de trabalho remoto de volta para um software baseado em nuvem que se pode acessar de qualquer lugar do mundo. Nesse software é possível ver atualizações automáticas, incluindo leituras de gás, localização, se a pessoa está se movendo e se pressionou um botão de pânico para pedir ajuda. Em uma emergência, alertas instantâneos com o nome e a localização da pessoa e o motivo do alarme facilitam a tomada de medidas corretas e rápidas. Isso dá ao trabalhador remoto a tranquilidade de saber que sempre há alguém disponível para ajudar.

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Se um trabalhador remoto for exposto a uma situação perigosa, como você saberá? Gerenciar uma força de trabalho móvel apresenta seu próprio conjunto de desafios de segurança e conhecimento de produção. Hoje, os gerentes de segurança podem ter visibilidade em tempo real de trabalhadores remotos em áreas remotas, por meio de notificações instantâneas em caso de alarme de gás, ausência de movimento ou situação de pânico.

O monitoramento ao vivo iNet® Now envia localização, leituras de gás e alertas em tempo real para um software de monitoramento ao vivo baseado em nuvem para permite responder mais rápida e facilmente em uma emergência.

Embora os recursos de conectividade representem um grande avanço na proteção dos funcionários mais vulneráveis, nem todas as soluções conectadas oferecem o mesmo nível de proteção. Certifique-se de que a sua solução de dispositivos de trabalho e monitoramento remotos inclui conectividade de celular e satélite com transferência automática para outra rede quando uma não estiver disponível, integra-se com o software de monitoramento ao vivo escolhido, oferece os recursos de que os seus funcionários precisam (botão de pânico, detecção de gás, rastreamento de GPS etc.) e carrega dados automaticamente em intervalos regulares apropriados.

O gateway TGX® é montado em veículo e envia alertas e informações em tempo real de detectores de gás sem fio para o software iNet Now baseado em nuvem para você poder coletar informações valiosas e urgentes sobre a segurança e a localização dos seus trabalhadores remotos.

Se escolher o seu sistema de monitoramento de trabalhadores remotos com cuidado, você poderá respirar com facilidade, sabendo que tem total visibilidade do que os seus trabalhadores estão enfrentando, mesmo quando estiverem a quilômetros de distância.

Para saber mais sobre como proteger os seus trabalhadores remotos, acesse www.indsci.com/lone-worker